A Fundação Bancária ”la Caixa” destinará 50 milhões de euros anuais a ação social em Portugal fruto da aliança com o BPI

A Fundação Bancária ”la Caixa” destinará 50 milhões de euros anuais a ação social em Portugal fruto da aliança com o BPI

A entidade implementará inicialmente os seus programas estratégicos de integração laboral, de atendimento aos idosos e de assistência às pessoas com doenças em fase terminal.

Da esquerda para a direita: Isidro Fainé, presidente da Fundação Bancária ”la Caixa”; António Costa, primeiro ministro de Portugal, e Artur Santos Silva, responsável e coordenador da implementação dos programas da Fundação Bancária “la Caixa” em Portugal.

O primeiro ministro de Portugal, António Costa, e o presidente da Fundação Bancária ”la Caixa”, Isidro Fainé, apresentaram, esta primavera, o acordo de colaboração para alargar programas estratégicos da entidade para Portugal. Este país é, hoje, epicentro do compromisso internacional da Fundação Bancária, fruto da sua aliança com o BPI, e a entidade tem previsto alcançar os 50 milhões de euros de orçamento anual recorrente destinados a ação social no país luso.

Também assistiram ao ato Jaume Giró, diretor-geral da Fundação Bancária ”la Caixa”; Pablo Forero, CEO do BPI, e Artur Santos Silva, que atuará como responsável e coordenador da implementação dos programas em Portugal.

Isidro Fainé, presidente da Fundação Bancária ”la Caixa”, destacou: «Conscientes dessa realidade tão forte e valiosa que une Portugal e Espanha, decidimos que a internacionalização da nossa Obra Social tomasse corpo neste país. Se outras entidades encontram oportunidades em horizontes longínquos, nós, dentro do nosso compromisso social, tentamos sempre ser próximos, aproximarmo-nos das pessoas e dos territórios que temos mais próximos, com os quais mais vínculos afetivos nos juntam».

Incorpora Portugal, um dos pilares deste compromisso internacional

O programa Incorpora, dedicado à inserção de pessoas com dificuldades em entrar no mercado de trabalho, é um dos projetos incluídos nesta ação social. O Incorpora, que completou recentemente 10 anos, é desenvolvido em Espanha, Marrocos, Polónia, Hungria e Tunísia.

Ao longo desta primeira década, conseguiu 138 000 postos de trabalho para coletivos vulneráveis: pessoas com algum tipo de deficiência (sensorial, física, intelectual ou mental) e também com dificuldades especiais para aceder a um posto de trabalho por outras circunstâncias, por exemplo, desempregados de longa duração, jovens em risco de exclusão, imigrantes ou mulheres vítimas de violência de género.

Outros projetos da Fundação Bancária “la Caixa” em Portugal

Os primeiros programas que serão implementados no país luso, além do de Portugal, são os que têm uma maior incidência social e os que garantem um maior impacto transformador da sociedade. Trata-se de iniciativas de referência no desenvolvimento de soluções duradouras, que cubram as necessidades básicas das pessoas e gerem igualdade de oportunidades, como:

Programa de Idosos: com um séculos de história, oferece atendimento, serviço e respostas às necessidades deste coletivo. Durante 2016, mais de 820 000 pessoas participaram nestes projetos em Espanha, e participaram em quase 17 000 atividades.

Programa de Atendimento Integral a Pessoas com Doenças em Fase Terminal: o seu objetivo é humanizar o atendimento às pessoas que estão na fase final da sua vida, através de atendimento sanitário e psicossocial, assessoria e apoio integral tanto aos doentes como às suas famílias. Em 2016, as equipas de assistência psicossocial atenderam um total de 20 691 doentes e quase 29 000 familiares.

Além dos programas citados, também serão realizados outros projetos, como a criação de pólos de desenvolvimento económico ou a promoção do programa CaixaImpulse, iniciativa pioneira na criação de empresas biotecnológicas.

As atividades de divulgação cultural, em particular, as exposições, são outra das grandes prioridades da Fundação Bancária. Para isso, conta-se com alianças estratégicas, como as seladas com o British Museum, o Museu do Louvre ou o Museu do Prado, e com instituições portuguesas de referência, como a Fundação de Serralves e a Fundação Calouste Gulbenkian.

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